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“Há homens que lutam um dia e são bons. Há outros que lutam um ano e são melhores. Há aqueles que lutam muitos anos e são muito bons. Mas há os que lutam toda vida e são imprescindíveis”.
Imprescindível, sim, é o Pai, para seus filhos, na condição de orientador, educador, amigo.
Todas as manhãs, renovado pelo amor, ele recomeça sua lide para fazer feliz aqueles filhos que lhe são tão adorados e, neste DIA DOS PAIS, uma mensagem de reconhecimento e agradecimento deve ser dada, distinguindo sobretudo o artesão que incansavelmente esculpe com seu amor e carinho o futuro de seus filhos amados.
Ser pai de uma criança é apresentá-la a si mesma e ao mundo, com carinho, atenção e respeito.
Pais não devem esperar que o filho seja um sucesso aos olhos do mundo, mas satisfeito consigo mesmo, e devem se esforçar para aliviar, abrandar e amenizar tudo que se apresenta em contrário para esse filho. Não são proposições gerais ou teorias que resolvem um caso concreto do filho.
Só quero colocar para todos, que esse dia deveria ser de uma efetiva comemoração e demonstração de afeto e amor pelos pais que tanto se dedicam a seus filhos, e não dar idéias de consumismo exagerado que mexe com aqueles que sentem-se frustrados por não encontrar condições de ofertar uma lembrança material aos seus paternos queridos.
Basta uma palavra, uma expressão de reconhecimento, como seja, para mim, pelo menos, OBRIGADO PAI, pelo seu cuidado, pelo seu carinho, por sua dedicação. Este, sim, deveria ser o verdadeiro sentido deste dia, acabando-se de uma vez por todas a idéia da obrigatoriedade de se presentear o PAI no dia a ele dedicado. Por que não dar, a qualquer momento, em qualquer oportunidade esta lembrança? Sim, pois em todos os momentos o PAI sempre está presente e é lembrado.
Gostaria, finalmente, de agradecer por esta oportunidade ímpar que me é dada, para buscar do fundo do meu coração este registro do quanto sou feliz por ser PAI. (Djalma Marques Sales Júnior)